
Hoje visitei o blog
do meu amigo efeneto.
onde tive o prazer de ler
sobre a amizade...
Nao importa de onde vem
O importante é sermos
sinceros quando nos abrem o coração
Por isso resolvi postar a falar da amizade
e o que representa para mim
Dedico a todos que me visitam
Embora alguns nao conheça
mas são tão importantes
como todos aqueles que conheço...
Quem me conheçe sabe como eu sou...
Quero que saibam que a cada um tenho bem guardadinho
no meu coração...
Espero mais uma vez que gostem desta reflecção
Deixo um beijo doce e façam o favor de serem felizes
"Numa aldeia vietnamita,
um orfanato dirigido por um grupo de missionários
foi atingido por um bombardeamento.
Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata
e as restantes ficaram gravemente feridas.
Entre elas, uma menina de oito anos,
considerada em pior estado.
Era necessário chamar ajuda via rádio e,
ao fim de algum tempo,
um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam de agir rapidamente, senão a menina morreria,
devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como?
Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava a acontecer e que precisariam de um voluntário para doar sangue.
Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado à pressa, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia.
Ele manteve-se quietinho e com o olhar fixo no tecto.
Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre.
O médico perguntou-lhe se estava a doer, e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar novamente, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar-lhe, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia.
O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava a acontecer com Heng.
Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas. E o rosto do menino foi-se aliviando. Minutos depois, ele estava novamente tranquilo.
A enfermeira então explicou aos americanos:
- Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e estava convencido de que ia dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira, perguntou:
- Mas, se era assim, porque que te ofereceste para doar sangue?
E o menino respondeu, simplesmente:
- ELA É MINHA AMIGA..."









